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OUTRO ANIVERSARIANTE.
Quem soprou velinhas também, foi este blog que completou um ano de vida. Como diria o Luís Melo: “Ele sou eu, parabéns pra mim e pra todos que sempre dão uma passadinha por aqui e deixam comentários. Ou que no mínimo me dão o prazer da visita. Obrigado duas vezes.
Escrito por Fabrício Lima às 19h29
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TROQUEI DE IDADE
Nesse último final de semana reuni amigos e familiares em um jantar em casa para juntos comemorarmos mais um aniversário. Foi um jantar tipicamente junino, com direito aos principais e mais deliciosos pratos. Melhor do que reunir mais de 100 pessoas, foi poder receber o carinho e a amizade. Obrigado meu Deus!
TROQUEI DE IDADE PARTE I
Entre os vários presentes que recebi dois, me chamaram mais atenção. O primeiro estava dentro de uma caixa bem enfeitada. Dentro tinha um sabonete, e com a seguinte frase. “Infelizmente não pude comprar uma coisa melhor. Espero que não fique chateado. É de todo o coração”. O segundo foi um ursinho de pelúcia. Aliás, é um ursinho enorme. Como todo presente é bem vindo, principalmente quando é carregado de amor e carinho, não me fiz de rogado. Agradeci e fiquei muito feliz.
TROQUEI DE IDADE PARTE II
O jantar serviu também com evento de criação da direção provisória do Partido Comunista do Brasil no município de Amapá. Fiquei muito feliz pelo convite em assumir com presidente da municipal. O Pc do B é um partido de histórico fantástico e de luta pelos direitos coletivos. Não será uma tarefa fácil, mas determinação e garra não fazem falta no meu dia-a-dia.
O VUCUVUCU JÁ COMEÇOU
Tirei um dia e fui até os municípios de Tartarugalzinho e Calçoene, assuntar sobre política. Daí entre uma conversa e outra, deu pra tirar a seguinte conclusão. A briga por vagas nas câmaras municipais e na cadeira majoritária, está a todo vapor. Principalmente para os que estão atrás de um partido para disputar a eleição. Nomunicipio de Amapá eu nós já batemos.Candidato de aluguel não filia no partido. E se bobiar, nós denunciamos para a justiça eleitoral.
Escrito por Fabrício Lima às 19h21
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O QUE SERÁ, O QUE SERÁ?
Égua, foi muito bacana ver professores estaduais e policiais civis fazendo “onda” em meio a vinda do Ministro da Justiça Tarso Genro à Macapá na inauguração das novas instalações da POLITEC. Foi uma forma de pressionar o governo do estado, cumprir o Plano de cargos e salários dos docentes e da lei Orgãnica dos civis. Era apitaço e gritaria que não acabava mais. Pra quem não se lembra, antes da eleição do ano passado, onde o governador se elegeu no primeiro turno, professores e policiais civis andavam mais juntos que “unha e cutícula”. Passados alguns meses depois, o “homem”, nem os recebe para um simples bate papo. TO-MA-TE.
Escrito por Fabrício Lima às 22h05
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SOBRE A MANIFESTAÇÃO A FAVOR DA CEA
Assistí com certo desprezo a manifestação de alguns funcioários, políticos e ex-administradores da Companhia de Eletricidade do Amapá, contra o pedido de caducidade feito pela ANEEL na semana passada. Não que eu seja a favor da privatização ou de outra providência mais drástica que a empresa estatal receba, mas entendo que seje muita cara de pau, fazer apitaço ou outro tipo de manifestação, depois que toda a merda ta feita. Tratar do problema como se a ANEEL fosse a grande vilã da história é muito fácil. Mas se alguém perguntar sobre o plano de recuperação que há algum tempo atrás, alguns jornais bajuladores propagavam que seria a “água no deserto” foi cumprido, você saberia a resposta? Negatofe, nem porra, O dilema da CEA, vem desde a sua criação. Principalmente pela falta de compromisso de alguns adminitradores e seus padrinhos políticos, que sempre usaram-na com cunho político. No últimos meses por exemplo, a grande disputa era pra saber quem indicava ou não a nova diretoria da empresa. Quer dizer, o problema vem se arrastando há muito tempo e nenhuma providênci foi tomada. Ora, todo mundo sabe que os serviços prestados são deficientes e reclamação é o que não falta. Prova disso é o povo do Oiapoque, que volta e meia tem que enfrentar um tal de racionamento. Como diz um amigo meu “desse jeito meu patrão, nem a mãe aguenta”. É o tipo caso do “Só venha nós, e nada do vosso reino”.
Escrito por Fabrício Lima às 21h57
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